Na epoca que eu fazia isso não sabia que se chamava auto-bondage ou self-bondage, apenas sabia o termo masoquista.
Não tinha conhecimento do google ainda, usava o cade e o yahoo como fonte desse tipo de informação que era inclusive muito pobre por sinal, mais foi lá que conheci muitos termos de linguagem como bondage, auto-bondage (que é o que eu praticava sem saber o nome) self bondage, fetiche, bdsm, e enfim, vários termos que indicam esse maravilhos tipo de comportamento.
O sadomasoquismo tem crescido de maneira estrondosa na rede... sabe por que? Porque é umas das formas mais intensa de prazer. Casais cada vez mais tem adotado esse tipo de comportamento para sair fora da rotina, e as vezes até assumir esse estilo de vida.
Quem experimenta sempre quer mais e mais, e quer de novo.
Apesar de tudo, a auto-bondage é pouco divulgada na rede, pouco esclarecida, poucos sites se dedicam a isso.
Pode ser porque a auto-bondage é apenas um momento na vida, pois a pessoa depois que encontra sua companheira (o) abandona esse tipo de comportamento, pois vai começar a praticar a bondage de verdade.
Geralmente quem tem esse tipo de desejo, tem também um pouco de masoquista em si, pois a idéia de se manter amarrado, sem dúvida é um prazer mosoquista.
Na internet tem crescido muito a venda de produtos masoquistas, inclusive o cinto de castidade, e que agora tem uma empresa que fabrica no brasil (a sexbrasil), não estou aqui para fazer propaganda, inclusive vou descrever o uso deste equipamento em mim.
Outro detalhe é que tudo que eu descrever neste blog, não é fantasia, e sim relatos de minha experiência.
Eu quanto solteiro ( há 9 anos atrás) já procurava contos eróticos, encontrei sites incríveis, dando idéias para uma self-bondage segura, digo que pratiquei muito, e a internet foi uma fonte de inspiração.
Hoje temos uma exelente ferramenta de busca (google) que facilitou inclivelmente a gente achar alguma coisa boa sobre o assunto, mas como eu disse, pra mim auto-bondage agora é coisa do passado.
Estou vivendo um momento muito especial com minha esposa, confesso que sou masoquista de carteirinha, e ela uma sádica muito criativa.
Bem... se você está interessado por um estilo de vida totalmente diferente, procure algo diferente... saia da rotina, te garanto que é a melhor coisa que pode acontecer na vida de um casal.
Acredite, a rotina pode arruinar um belo casamento.
quarta-feira, 17 de março de 2010
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
A escola ajuda
Com livros de história... isso mesmo, o livro de história tinha tinha a foto de um escravo amarrado muito parecido com a imagem ao lado.
Aí eu pensei; -- que ótima maneira de se imobilizar!!
É isso mesmo, a imaginação de uma pessoa que adora bondage vai a tona logo.
Quando tive oportunidade logo fui tentar me imobilizar daquela forma, mas tive que improvisar algunas coisas.
Fui fundo nos detalhes, amarrei minha mão em X como mostra a figura, peguei um cano de ferro de 1/2 polegada de mais ou menos uns 2 metros, amarrei meus pés juntos e minha mão em X.
Foi muito difícil amarrar a mão em X mas o desafio ainda estava por vir, colocar a mão entre os joelhos e colocar a barra de ferro entre a perna e os braços, foi aí que tive uma idéia.
Escorei o cano na parede e fui me movendo devagar em direção a ele de forma que fosse entrando entre o joelho e os braços. Quando cheguei no meio dele parei e desescorei o cano da parede.
Foi muito legal estar daquele jeito, mas teve uma hora que pendi o corpo de lado e não consegui me segurar. Fiquei como a foto a cima só que com um cano muito maior.
Depois do corpo ter pendido a sensação de privação de movimentos é incrivelmente maior, mal você consegue se mecher, ele preciona o cano entre os braços e a perna fazendo com que as mãos tentem se afastar, mas isso não acontece porque ela está amarrada.
É impossível se tocar ou tentar gozar preso desta maneira, seria uma ótima posição para praticar bondage com uma parceira, pois você fica completamente vulnerável.
Após muito custo consegui voltar em posição de inicio, e lentamente fui aproximando o cano na parede, se mecher era muito dificil, mas aos poucos fui conseguindo afastar o cano de dentre as pernas.
Novamente me desequilibrei e cai de lado, não me apavorei, já que sabia que tinha bastante tempo para conseguir sair daquela situação.
Depois de uns 5 minutos consegui voltar a me equilibrar na posição inicial, apesar do sufoco estava curtindo muito aquilo, consegui sair depois de uns 10 minutos, tirando o cano de entre os joelhos.
Cortando a corda consegui desprender as mãos, os pulsos etavam marcados, foi muito exitante.
Repeti esta experiência mais algumas vezes só que usando corrente e cadeados que tornou o bondage mais real, pois deixava as chaves em outro comodo, para poder escapar tinha que me rastejar até lá, desequilibrar o corpo para poder pegar as chaves e voltar ao normal para conseguir abrir os cadeados.
Essa foi uma ótima experiência para mim, foi ótimo fazer isso, se um dia for praticar auto-bondage com certeza essa posição faria parte da cena.
Até+
Aí eu pensei; -- que ótima maneira de se imobilizar!!
É isso mesmo, a imaginação de uma pessoa que adora bondage vai a tona logo.
Quando tive oportunidade logo fui tentar me imobilizar daquela forma, mas tive que improvisar algunas coisas.
Fui fundo nos detalhes, amarrei minha mão em X como mostra a figura, peguei um cano de ferro de 1/2 polegada de mais ou menos uns 2 metros, amarrei meus pés juntos e minha mão em X.
Foi muito difícil amarrar a mão em X mas o desafio ainda estava por vir, colocar a mão entre os joelhos e colocar a barra de ferro entre a perna e os braços, foi aí que tive uma idéia.
Escorei o cano na parede e fui me movendo devagar em direção a ele de forma que fosse entrando entre o joelho e os braços. Quando cheguei no meio dele parei e desescorei o cano da parede.
Foi muito legal estar daquele jeito, mas teve uma hora que pendi o corpo de lado e não consegui me segurar. Fiquei como a foto a cima só que com um cano muito maior.
Depois do corpo ter pendido a sensação de privação de movimentos é incrivelmente maior, mal você consegue se mecher, ele preciona o cano entre os braços e a perna fazendo com que as mãos tentem se afastar, mas isso não acontece porque ela está amarrada.
É impossível se tocar ou tentar gozar preso desta maneira, seria uma ótima posição para praticar bondage com uma parceira, pois você fica completamente vulnerável.
Após muito custo consegui voltar em posição de inicio, e lentamente fui aproximando o cano na parede, se mecher era muito dificil, mas aos poucos fui conseguindo afastar o cano de dentre as pernas.
Novamente me desequilibrei e cai de lado, não me apavorei, já que sabia que tinha bastante tempo para conseguir sair daquela situação.
Depois de uns 5 minutos consegui voltar a me equilibrar na posição inicial, apesar do sufoco estava curtindo muito aquilo, consegui sair depois de uns 10 minutos, tirando o cano de entre os joelhos.
Cortando a corda consegui desprender as mãos, os pulsos etavam marcados, foi muito exitante.
Repeti esta experiência mais algumas vezes só que usando corrente e cadeados que tornou o bondage mais real, pois deixava as chaves em outro comodo, para poder escapar tinha que me rastejar até lá, desequilibrar o corpo para poder pegar as chaves e voltar ao normal para conseguir abrir os cadeados.
Essa foi uma ótima experiência para mim, foi ótimo fazer isso, se um dia for praticar auto-bondage com certeza essa posição faria parte da cena.
Até+
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Primeira sessão de auto-bondage
Outra vez sozinho em casa, a imaginação fluia, tinha por volta dos 14 anos, já sabia o que acontecia com o meu corpo, e o que ele pedia.
Fui procurar materiais para me amarrar, eu estava muito bom com laços e nós.
Primeiramente fiz um figurino, peguei algumas roupas de minha irmã, uma meia calça, uma calsinha e um sutiã, e um vestido que amarrava na parte de trás.
Peguei uns prendedores de roupa, uma corda de varal de nylon e o massageador de minha mãe. (igual o da foto)
Deixei uma tesoura por perto para que se algo acontecesse e eu precisasse sair rapidamente conseguiria.
Tirei minha roupa e vesti as que eu mencionei acima, amarrei meus pés em cada pé da cama virado de bruços, coloquei o massageador por cima da calsinha e por baixo da meia calça e preparei um laço para que minhas mãos fossem amarradas nas costas.
Coloquei 2 prendedores de roupas, estiquei um pouco o sutiã e coloquei nos mamilos, liguei o massageador e fechei o laço com minhas mãos nas costas. A sensação do massageador por cima do meu penis foi maravilhosa, e eu não conseguiria desliga-lo enquando não conseguisse desfazer o laço que tinha feito em minhas mãos.
Não demorou muito comecei a me esfregar contra o massageador e contra o colchão. A sensação é indescritivel, estar preso com o massageador ligado sobre o penis. Foi muito diferente esta sensação.
Essa sessão não demorou muito tempo, em pouco tempo havia gozado, e a sensação masoquista se vai, agora era a hora da liberdade.
O laço era muito bom, demorei uns 10 minutos para conseguir a liberdade e enquanto isso o massageador estava vibrando sobre meu penis, é claro... poderia ter usado a tesoura, mas aí perderia a corda e não era isso que eu queria, pois muitos momentos como esse estariam por vir.
Desliguei o massageador e tirei os prendedores dos mamilos que estavam doloridos, tirei toda a roupa de minha irmã, o que tinha sujado eu coloquei na maquina e o que não devolvi ao guarda roupas dela.
Essa sessão foi muito boa para mim, e tinha certeza que era a primeira de muitas.
Repeti muitas vezes essa mesma sessão, com roupas diferentes e até com a cinta redutora de medias de minha mãe. A cinta dava uma sensação de estar preso ainda maior, adorei inclui-la em minhas sessões de auto-bondage.
Até a próxima.
Fui procurar materiais para me amarrar, eu estava muito bom com laços e nós.
Primeiramente fiz um figurino, peguei algumas roupas de minha irmã, uma meia calça, uma calsinha e um sutiã, e um vestido que amarrava na parte de trás.
Peguei uns prendedores de roupa, uma corda de varal de nylon e o massageador de minha mãe. (igual o da foto)
Deixei uma tesoura por perto para que se algo acontecesse e eu precisasse sair rapidamente conseguiria.
Tirei minha roupa e vesti as que eu mencionei acima, amarrei meus pés em cada pé da cama virado de bruços, coloquei o massageador por cima da calsinha e por baixo da meia calça e preparei um laço para que minhas mãos fossem amarradas nas costas.
Coloquei 2 prendedores de roupas, estiquei um pouco o sutiã e coloquei nos mamilos, liguei o massageador e fechei o laço com minhas mãos nas costas. A sensação do massageador por cima do meu penis foi maravilhosa, e eu não conseguiria desliga-lo enquando não conseguisse desfazer o laço que tinha feito em minhas mãos.
Não demorou muito comecei a me esfregar contra o massageador e contra o colchão. A sensação é indescritivel, estar preso com o massageador ligado sobre o penis. Foi muito diferente esta sensação.
Essa sessão não demorou muito tempo, em pouco tempo havia gozado, e a sensação masoquista se vai, agora era a hora da liberdade.
O laço era muito bom, demorei uns 10 minutos para conseguir a liberdade e enquanto isso o massageador estava vibrando sobre meu penis, é claro... poderia ter usado a tesoura, mas aí perderia a corda e não era isso que eu queria, pois muitos momentos como esse estariam por vir.
Desliguei o massageador e tirei os prendedores dos mamilos que estavam doloridos, tirei toda a roupa de minha irmã, o que tinha sujado eu coloquei na maquina e o que não devolvi ao guarda roupas dela.
Essa sessão foi muito boa para mim, e tinha certeza que era a primeira de muitas.
Repeti muitas vezes essa mesma sessão, com roupas diferentes e até com a cinta redutora de medias de minha mãe. A cinta dava uma sensação de estar preso ainda maior, adorei inclui-la em minhas sessões de auto-bondage.
Até a próxima.
Inicio 2 - Me conhecendo
Para muitos deve ter ocorrido a mesma coisa, fui me descobrindo aos 10 anos de idade, Sempre quando assistia desenhos que mostrava uma cena que a pessoa estava amarrada e em muitos casos amordaçada já sentia algo diferente. Minha primeira experiência foi com lençóis dos meus pais, eu percebi que com eles poderia me imobilizar, eu abria ele na cama depois pegava um ponto e rolava sobre a cama segurando esse ponto, virava uma mumia, isso me deixava com muito tezão, mas é claro, nem sabia o que era isso, nem sabia o que estava acontecendo comigo.
Enquanto eu não rolasse ao contrario, não conseguia sair daquilo, fiz muitas vezes isso, era muito fácil fazer isso, pois meus pais trabalhavam atarde, e ficava sozinho em casa.
Parece simples, mas para uma criança de 10 anos os ôrmonios estavam começando a gritar, adorava estar imobilizado.
Gostava também de vestir as roupas de minha irmã e de minha mãe. principalmente o sutiã, ele dava uma sensação de alguma forma estar preso, custumava a colocar uns 4 de uma vez, a sensação de aperto era prazeiroza.
Não sou homosexual, não tenho a mínima atração por homens, muito pelo contrario, simplesmente gostava de me sentir com aquelas roupas.
Uma vez fuçando no guarda-roupas de minha mãe encontrei uma cinta de redução de medidas, fiz questão de esperimentar ela, a sensação de aperto era muito prazeirosa. eu não intendia porque aquilo estava acontecendo comigo, só sabia que estava gostando muito.
Inicio Auto-bondagem ou self-bondagem
Olá, sou ex praticante de auto-bondage, (amarrar-se sózinho) uma técnica que eu particulamente adoro, mas sempre dá uma sensação que falta alguma coisa, sempre queria mais.
Nunca fui pego praticanto auto-bondage, sempre tive cuidado quanto aos horários que praticava, e já experimentei várias formas diferentes de fazer isso, que aos poucos irei descrever para vocês até chegar ao ponto que cheguei hoje.
Para começar sou um pouco mazoquista, sempre gostei de um pouco de dor, que no caso com a auto-bondage, é um pouco difícil de controlar o "um pouco". já que sempre que você se auto-sujeita a dor com imobilização, até o tempo determinado não há mais controle.
|Para quem lê, vai a dica de praxe, auto-bondage é perigoso, se você curte essa técnica cuidado, sempre tive muito cuidado com as minhas sessões.
Sempre busquei na internet idéias novas, atualmente sou casado ( a 8 anos) e de 1 ano prá cá consegui despertar o ládo sádico de minha esposa.
Mas até achegar ao ponto que estou hoje tenho muito que contar. Vou começar des da primeira sessão de auto-bondage, até chegar a situação de castidade (sim, estou usando um cinto de castidade) em que minha esposa detem as chaves para quando ela achar que mereço liberdade.
Nunca fui pego praticanto auto-bondage, sempre tive cuidado quanto aos horários que praticava, e já experimentei várias formas diferentes de fazer isso, que aos poucos irei descrever para vocês até chegar ao ponto que cheguei hoje.
Para começar sou um pouco mazoquista, sempre gostei de um pouco de dor, que no caso com a auto-bondage, é um pouco difícil de controlar o "um pouco". já que sempre que você se auto-sujeita a dor com imobilização, até o tempo determinado não há mais controle.
|Para quem lê, vai a dica de praxe, auto-bondage é perigoso, se você curte essa técnica cuidado, sempre tive muito cuidado com as minhas sessões.
Sempre busquei na internet idéias novas, atualmente sou casado ( a 8 anos) e de 1 ano prá cá consegui despertar o ládo sádico de minha esposa.
Mas até achegar ao ponto que estou hoje tenho muito que contar. Vou começar des da primeira sessão de auto-bondage, até chegar a situação de castidade (sim, estou usando um cinto de castidade) em que minha esposa detem as chaves para quando ela achar que mereço liberdade.
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